BATMANIA

O BECO DO BATMAN

Uma das saídas encontradas para diminuir a enorme quantidade de pixações em São Paulo foi o incentivo ao grafite, que é considerado uma forma alternativa de arte. Aos poucos o grafite foi rompendo barreiras e hoje já se tornou um patrimônio cultural da cidade.

Na Vila Madalena encontra-se a grande referência em termos de grafite: o chamado Beco do Batman. Localizado na rua Gonçalo Afonso, é uma viela com suas paredes repletas de grafite.

Os desenhos são trocados esporadicamente e abordam variados temas, desde letras estilizadas até personagens humanos com traços cubistas. A rua Gonçalo Afonso fica no início da Rua Harmonia.

Já que essa semana Sampaist está todo 'arte de rua', não poderíamos deixar de falar do "Beco do Grafite"!

Preferimos chamar de "Beco do Batman", para deixar o passeio pela viela grafitada mais interessante. Os grafites são lindos, e uma volta a pé por ali rende ótimas fotos.

Ele fica na Vila Madalena, na Rua Gonçalo Afonso. Não é difícil de achar, a entrada fica no início da Rua Harmonia. Os desenhos são trocados esporadicamente, ou modificados, e é impossível achar um pedaço de parede virgem ali no meio. Passar pelo beco à noite de carro, dá uma sensação estranha, parece que invadimos uma história em quadrinhos!

Aproveite e passeie pelo "Beco das Cores" (ou "beco da Escola"), que tem a entrada pela Rua Belmiro Braga, bem ao lado da rua grafitada. Além das paredes decoradas, vale a visita para conhecer a ONG criada pelo jornalista Gilberto Dimenstein em 1997. A ONG Cidade Escola Aprendiz atende moradores e alunos das escolas da região, oferecendo cursos e oficinas, e assim, transmitindo arte para crianças e adolescentes de todas as idades e classes sociais. E é Arte de qualidade!

Se você se interessou pelo projeto da ONG, visite o site e saiba mais: "O objetivo é integrar escola e comunidade, compondo uma vivência única de aprendizado - praças, ateliês, lojas, livrarias, oficinas, estúdios, becos, cafés transformam-se em salas de aulas informais sintonizadas com os currículos escolares. A Unesco considerou a experiência do bairro-escola um modelo mundial de educação